domingo, 27 de outubro de 2013

The Walking Dead #5



É hora de brincar de tiro ao alvo! Sem brincadeiras... o assunto é sério.

Sobreviver é o que todos querem, e nada melhor do que aprenderem a usar as armas para se defenderem. Rick leva alguns membros do grupo para tomarem lições de tiro, e acabe se surpreendendo com o desenvolvimento de seus alunos, principalmente com a facilidade que Andrea tem de usar a arma, apesar de usá-la pela primeira vez.



Rick, Dale e Shane saem para caçar. Durante a busca por alimento, Shane demonstra muita agressividade a Rick, o que faz com que ele perceba que algo está errado. Dale, desde o começo, sabe que há algo de estranho em Shane, e alerta Rick de que algo íntimo tinha acontecido entre Lori e seu velho amigo, mas Rick não dá bola para o velho de imediato.

À noite, no acampamento, os sobreviventes se sentam em volta da fogueira para comerem e conversarem. Durante a conversa, eles falam sobre o que faziam antes de todo o apocalipse acontecer - momento este que faz com que fiquemos mais chegados a alguns personagens.


De repente, o acampamento é atacado por andarilhos, provavelmente atraídos pelo barulho dos tiros do treinamento. O grupo ainda não possui agilidade para enfrentar um ataque de tamanha proporção, e acaba perdendo um de seus membros, e outro acaba sendo mordido. 



Pior do que perder alguém querido morto pelos zumbis é acompanhar a morte de um amigo dolorosamente.     


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The Walking Dead #4



Nesta edição, Rick e Glenn voltam à cidade em busca de armamento, e, para evitar o ataque dos andarilhos, Rick dá a ideia deles "se misturarem" entre os mortos. Os dois encontram um zumbi morto no caminho, cortam-no em pedaços e lambuzam suas entranhas pelos seus corpos para que assim os outros mortos-vivos não os reconheçam pelo cheiro. Para surpresa dos dois, eles acabam encontrando Atlanta pior do que quando a deixaram da última vez.


O plano dá certo. Eles encontram a loja de armas e conseguem apanhar um bocado delas. O que ambos não esperavam era que o tempo mudasse. Uma chuva forte começa a cair e o cheiro de suas roupas começa a dissipar.  Os outros mortos-andarilhos percebem a presença dos dois e começam a persegui-los. Por sorte, eles conseguem escapar com algumas das armas que pegaram do arsenal da loja.




Enquanto isso, no acampamento, Lori e Shane têm uma conversa sobre o que aconteceu entre os dois durante a ausência de Rick. Shane não fica nada satisfeito com a resposta que Lori lhe dá. Um destino atormentador aguarda pelos dois. 

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domingo, 20 de outubro de 2013

Resenha de "Frankenstein ou o Prometeu Moderno" de Mary Shelley.



Bom, como havia prometido há um tempo, fiz a resenha do livro Frankenstein, ou o Prometeu moderno de Mary Shelley.


Que história! Que enredo! Que inteligência de demonstrar o quão poderoso pode ser o conhecimento que temos em nossas mãos!

Não há como não perceber as características do movimento romântico inglês ao ler este livro, é simplesmente demais!


Bom, vamos as características que Alexander Silva dá em seu livro - que alias vale a pela tê-lo para ter como base de literatura inglesa - que são estas:

·                    "a redescoberta das belezas da natureza;
·                    a ênfase na emoção em detrimento da razão;
·                    o interesse na vida e nas pessoas do campo;
·                    o resgate do passado, seja pela atmosfera de mistérios ou pelos temas heróicos da história do país. (P.199)"

Em companhia de Lord Byron, Mary e seu marido, o poeta Percy Bysshe Shelley, decidiram fazer uma competição para ver quem dos três conseguiria contar a melhor história de terror. Os dois homens desistem do desafio, enquanto Mary continua seu trabalho acabando com a história de um jovem estudante de medicina que consegue dar vida a um corpo feito com pedaços de pessoas mortas. Assim nasce Frankenstein.   


Frankenstein é também o resultado de uma vida conturbada que Mary teve. Dizem que ela teve a ideia de criar o monstro depois de ter tido um sonho "no qual seu bebê morto volta à vida. A morte da mãe, a perda de seus filhos, o relacionamento com o gênio difícil de Percy, as conversas sobre o mistério da vida e as últimas descobertas sobre a eletricidade" (P.207) são levadas à história também.

Uma das razões de eu ter lido este livro foi por que eu estava curiosíssimo para saber por que o subtítulo da obra é "ou o Prometeu Moderno", e acabei descobrindo por acaso que ele faz alusão à história de Prometeu - aquele que rouba o fogo do Olimpo (morada dos deuses da mitologia grega) e o leva para os homens da terra e que, ao ser descoberto, recebe o castigo de ter o fígado devorado por uma águia todos os dias -. Na história, o castigo do doutor Frankenstein, por ter roubado dos céus a dádiva de dar à vida, é o de perder as pessoas que ele ama, mortos pelas mão de sua própria criação.

Outra coisa interessante é que muitas pessoas falam que o nome do "monstro" é Frankenstein, quando na verdade este é o nome do protagonista da história. O monstro recebe inúmeros nomes, como por exemplo demônio, criatura, monstro etc.

Separei algumas partes da história das quais achei interessantes. Algumas delas são estas:

"- Os antigos professores desta ciência - disse ele - prometeram impossibilidades e nada fizeram. Os mestres modernos prometem muito pouco; sabem que os metais não podem ser transmutados e que o elixir da vida é uma quimera, mas esses filósofos, cujas mão parecem ter sido feitas só para chapinhar na lama, e os olhos para olhar o microscópio ou o cadinho, fizeram milagres de verdade." (P. 48)

"Um ser humano perfeito deve sempre conservar a calma e a serenidade de espírito e nunca permitir que a paixão ou um desejo transitório perturbe a sua tranquilidade. Não acho que a busca do conhecimento constitua exceção a essa regra. Se o estudo a que nos dedicamos tende a enfraquecer as nossas afeições e a destruir nosso gosto por esses prazeres simples em que nenhuma imperfeição pode misturar-se, então tal estudo é decerto ilegítimo, ou seja, inadequado à mente humana." (P. 56)

Vemos que a busca pelo conhecimento e suas consequências servem como pano de fundo para a história. A ciência estava no auge de suas descobertas, e isso fez com que os autores usassem esta temática em suas obras.

Outro fato interessante é que até o monstro tem este olhar curioso como característica marcante. Ele aprende a se comunicar através do contato secreto que ele teve com uma família de camponeses, pois ele sentiu que era preciso que as pessoas o entendessem. Afinal, ele não queria que elas pensassem que ele era somente aquilo que os olhos podiam ver, mas que, na verdade, ele só queria fazer amizades, viver sua "vida". Isto leva ao fato de nós, como seres sociais, termos a necessidade de interagir em sociedade. É necessário estar perto das pessoas e nos comunicarmos.

Esta obra é simplesmente sensacional por mostrar de uma maneira tão aterrorizante o quão perigoso pode ser o conhecimento que temos das coisas, bem como o que se pode fazer com tal conhecimento.

Até a próxima!

Bibliografia
SHELLY, Mary. Frankestein ou o Prometeu Moderno; tradução Roberto Leal Ferreira. 2ª edição. São Paulo: Martin Claret, 2012.

SILVA, Alexander Meireles da. Literatura Inglesa Para Brasileiros. 2ª edição. Editora Ciência Moderna Ltda., 2005.   

My Special World: Aprendendo a ler o Mundo através dos Textos Literários : Resenha The Walking Dead #3

My Special World: Aprendendo a ler o Mundo através dos Textos Literários : Resenha The Walking Dead #3:                                         The Walking Dead #3 Rick encontra sua família são e salva das garras dos mordedores no acamp...

Resenha The Walking Dead #3

                                       The Walking Dead #3



Rick encontra sua família são e salva das garras dos mordedores no acampamento em que Glenn vive com outros sobreviventes. Lá ele também encontra seu velho amigo de trabalho, Shane, e fica sabendo que foi graças a ele que sua esposa e filho conseguiram sobreviver. Rick conhece os outros residentes do acampamento e de um deles acaba ouvindo algo que o deixa suspeito em relação à amizade entre sua esposa, Lori, e antigo companheiro de trabalho. Apesar de estarem longe das cidades grandes, eles ainda correm o risco de serem atacados pelos mortos-vivos a qualquer momento, com a vantagem de que a quantidade deles é menor, porém não menos perigosa. O grupo é atacado por um dos andarilhos que vagam pela floresta, e dão conta do recado. Em meio ao desespero do momento, Rick e Lori se aproximam e demonstram o afeto que ambos sentiam falta. Ao observar a cena, Shane parece deixar escapar um certo olhar enciumado. O que será que ele fará a respeito disso?


Apesar de estarem no meio do nada, sofrendo por conta da situação e com medo dos ataques dos monstros que podem ocorrer a qualquer momento, os sobreviventes ainda tentam deixar viver a humanidade que habita em seus corações. O fato de ter salvado Lori e seu filho da cidade e levá-los a salvo para fora do perigo fez com que Shane se aproximasse demais dos dois, e assim deixar crescer um sentimento maior por eles. A chegada de Rick fez com que seus sentimentos fossem interrompidos. Shane não pensava na possibilidade de que Rick estivesse vivo.


Este é o primeiro conflito de uma história que está só no começo.



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Até a próxima!  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Resenha The Walking Dead #2

The Walking Dead #2




        Rick começa sua jornada em busca de sua família e encara um novo mundo no qual sobrevir é uma dádiva divina. Casas destruídas, lugares saqueados, suicídios, este é o mundo em que ele deve sobreviver e ter a esperança de que sua família esteja viva e em segurança.

Rick não encontra gasolina para abastecer o carro que pegou na delegacia de polícia onde trabalhava, mas encontra um cavalo que o levará a Atlanta, com a esperança de que ainda exista sobreviventes no local, por ser uma cidade grande. Um erro fatal, pois é nas cidades grandes que a ameaça maior existe. Hordas imensas de Zumbis se rastejam por ela, famintos  por carne fresca. Depois de encurralado e de ter perdido o cavalo - tristemente devorado pelos mortos insaciáveis - é salvo por um rapaz valente que surge do nada e o tira do meio da morte certa. Glenn é um jovem cheio de espírito aventureiro e que não teme rodear a cidade em busca de alimento. Ele ensina Rick algumas coisas que ele deve saber a respeito dos mortos-vivos e o leva ao seu acampamento onde a felicidade enche novamente o coração do policial: ele encontra sua esposa e filho sãos e salvos da morte certa. Por enquanto...

Aqui ainda são apresentados personagens novos e características da história. Muito mais ainda há por vir. Muito mais ainda mudará. TWD é a transição entre o bem e o mal que todo ser humano e passível de sofrer na vida.   

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Resenha The Walking Dead #1

The Walkind Dead, para mim, é um seriado que merece muito mais prestígio do que já recebe de seus fãs. Nele podemos ver como a vida é capaz de fazer com que mudemos de acordo com o ambiente, condições de vida e os problemas que ela nos dá. A mudança de caráter, atitudes e moral vistas de uma maneira macabra e grotesca. Isto é TWD para mim. Gostaria de compartilhar meus pensamentos com vocês, pois minha leitura se baseia não só na história em si, mas também em teorias sociólogas, filosóficas e psicológicas. Todas elas para sustentar meus insights.

Farei as análises da história em quadrinhos. Mas, como?
  
  • Com resenhas de cada edição;
  • analise das personagens de cada uma delas;
  • conclusão do desfecho e de possíveis consequências.



Vamos começar!

The Walkind Dead #1



Assim como no seriado homônimo, nos quadrinhos, a história começa com Rick Grimes no meio de um tiroteio entre ele e seus amigos policiais e um fugitivo de uma prisão das redondezas. Acaba lavando um tiro, entrando em coma e acorda numa cama de hospital dias depois. Depois de conseguir se levantar, sai de seu quarto e percebe que algo está errado. O hospital estava vazio e não havia barulho. Durante sua procura por alguém, ele abre um elevador e se depara com um cadáver destroçado. Logo mais Rick encontra o seu verdadeiro primeiro perigo: um refeitório repleto de Zumbis vorazes - aqui já encontramos uma história bem diferente da série de TV - . Ele consegue escapar da ameaça e, para sua maior surpresa, vê que do lado de fora do hospital as coisas não parecem nada diferente. Rick entra em desespero ao ver no que sua cidade havia se tornado, e a primeira coisa que faz é ir até sua casa para ver se sua família estava bem, mas ao chegar lá a encontra vazia.

Em choque e desesperado, Rick se sentia sem rumo. Não sabia o que fazer nesta situação. De repente, ele é atacado por alguém com uma pá. Duane Jones, filho de Morgan Jones, que haviam tomado posse da casa vizinha da de Rick e sua família, pensou que Rick era um Zumbi e o derrubou ao chão com o impacto de um surpreso golpe com a ferramenta. É levado para a moradia dos Jones para ser tratado, e é aí que fica sabendo de todos os acontecimentos ocorridos durante seu coma.

A prioridade de Rick era encontrar sua família. Com isso em mente, ele e os Jones vão à delegacia onde Rick trabalhava para pegar armamento e começar a jornada em busca de sua família.

Nos primeiros números dos quadrinhos os personagens e a história são apresentadas aos leitores. O interessante é que desde seu começo nós não sabemos o que causou o Apocalipse Zumbi. Há boatos de que tudo não passa de um sonho que Rick está tendo durante seu coma, mas esta hipótese é muito duvidosa. Bom, isso veremos somente quando a história acabar.


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Até a Próxima resenha! 

domingo, 6 de outubro de 2013

Leituras da semana:

Toda Poesia do Paulo Lemisnki (já estou na metade, é bom d+), e em clima de Halloween: Frankestein ou o Prometeu Moderno da Mary Shelley.



Pretendo separar algumas das poesias do Lemisnki e postá-las no próximo fim de semana.


Bom domingo a todos!   

Religião: Análise do Sermão da Sexagésima de Padre Antonio Vieira


Bom dia a todos!

Hoje, eu gostaria de compartilhar com vocês a análise que fiz de um dos sermões do Grande Padre Antonio Vieira, orador do século XVII que produziu extensa literatura barroca durante sua vida. O sermão em destaque é o "Sermão da Sexagésima".  



Na verdade, eu já havia lido o dito sermão, porém com outros olhares. Como todos sabem, nada melhor do que amadurecimento de vida e intelectual para que aprimoraremos nossas leituras. Bom, aqui vai!

Primeiramente, vamos contextualizar a produção do texto. A escola literária é o Barroco, que teve início na Itália no final do século XVI e terminou em meados do século XVIII. Em Portugal, também é conhecido como Seiscentismo. O movimento surgiu no momento de turbulência político-econômica, social e religiosa marcada pelo término do Ciclo das Navegações, pela Reforma Protestante e o movimento católico da Contrarreforma.

O Barroco foi uma tentativa de fundir duas linhas de força que orientavam a cultura Renascentista: a medieval e a clássico-teocêntrica / antropocêntrica. Foram cultuadas a oratória, a prosa doutrinária, a poesia, a ficção narrativa, a historiografia, a epistolografia (prática de escrever cartas com especial atenção ao ambiente cultural e à época) e o teatro. por hora, vamos nos atentar a oratória e a prosa doutrinária.

O Sermão da Sexagésima

Pregado na Capela Real de Lisboa, em 1655, contém uma teoria da arte de pregar. Seu tema é extraído de uma passagem bíblica escolhida para a ocasião: "Semen est verbum Dei" (Lucas, VIII, 2), ou seja,  "A semente é a palavra de Deus". E com base nesta passagem, Vieira abre o sermão com o seguinte questionamento: "Se a palavra de Deus é tão eficaz e tão poderosa, como vemos tão pouco fruto da palavra de Deus?"

Para buscar e resposta a esta indagação, li o texto com bastante atenção, e separei algumas partes com as que mais me chamaram a atenção, fazendo comparações entre o conteúdo do texto e o que se passa atualmente com relação às práticas religiosas. Aqui elas seguem:

Parte I
" Verdadeiramente não sei de que mais me espante, se dos
nossos conceitos, se dos vossos aplausos! Oh, que bem levantou
o pregador! – Assim é; mas que levantou? – Um falso testemunho
ao texto, outro falso testemunho ao santo, outro ao entendimento
e ao sentido de ambos. Então que se converta o Mundo com falsos
testemunhos da palavra de Deus?! Se a alguém parecer demasiada
a censura, ouça-me." (p.109)

Aqui Vieira questiona a prática dos pregadores da palavra de Deus, ou, como ele dizia, os "semeadores" de sua palavra. É claro para nós que desde aquela época já existiam aqueles que usavam da palavra de Deus - corruptos religiosos - para conseguir algo em troca. Mais a frente veremos outros pontos que levam a outras conclusões.  

Parte II
" A pregação que frutifica, a pregação que aproveita,
não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena.
Quando o ouvinte a cada palavra do pregador treme; quando cada
palavra do pregador é um torcedor para o coração do ouvinte;
quando o ouvinte vai do sermão para casa confuso e atónito, sem
saber parte de si, então é a pregação qual convém, então se pode
esperar que faça fruto: Et fructum afferunt in patientia." (p. 113)

Esta passagem é, para mim, a mais forte de todo sermão. Hoje temos a teologia da prosperidade, surgida nos Estados Unidos no século XX. Seu ideal central é que "a fé a Deus é intrínseca à busca pela prosperidade tanto espiritual como financeira" (Revista Filosofia - Conhecimento Prático, Núm. 41, p. 48). Aqui enxergamos o conflito entre as palavras de Vieira e a prática adotada por essa teoria teológica. Se a palavra de Deus serve para "punir psicologicamente ou dizer ao ouvinte que ele deve ponderar acerca de seus atos, então não devemos ir à igreja pensando que, se eu rezar a Deus vou adquirir o carro que quero ou conseguir o emprego desejado.

Parte III
" – dizia o maior de todos os pregadores, S. Paulo: Se eu contentara aos homens, não seria servo de Deus" (p. 114)
Será então que os servos da "prosperidade" desconhecem esta passagem da bíblia, ou simplesmente descartam-na, ou a tradução de sua bíblia é diferente... nobody knows, or nobody cares...

Em suma, ler este texto e não enxergar o que acontece com as práticas religiosas, fazendo pontes entre o movimento barroco e atualidade, é, na minha opinião, ser sego dentro de um tiroteio. Na verdade, é difícil dizer o que as pessoas têm na cabeça quando o assunto é religião. Se o Deus é um só, para que existir tanta diversidade?

Tenham um bom dia!

Bibliografia
MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa Através dos Textos. São Paulo : Editora Curtix, 2012.
Revista Filosofia - Conhecimento Prático. São Paulo: Escala Educacional, 2013.
VIEIRA, Antonio. Sermões Escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2011.
Webgrafia
Wikipédia - Dicionário de termos
Visitado em 06/10/2013, às 11:25.